"Com todo o cuidado guarda teu coração, pois dele procede a vida" (Pv. 4, 23)

25 de dez de 2012

Neste final de ano e para um novo amanhecer...

Resplandecência de Da Vinci (alinhamento da lua, de venus e jupter)







Neste dia 25 de dezembro de 2012,
 sob a "Resplandecência de Da Vinci", 
desejo a todos os meus amigos, os amigos presentes, os ausentes, os resgatados, os reconectados, os virtuais conhecidos, desconhecidos e ainda por fortalecer os laços, aos novos amigos, enfim, a todas essas pessoas queridas com quem compartilho tantas coisas por esse meu país e por esse mundo tão vasto,
 nesse espaço virtual, 
os meus sinceros votos de 
BOAS FESTAS E 
UM LINDO, ILUMINADO, RESPLANDECENTE 
2013!!!!

E que a PAZ E O BOM SENSO, baseados no AMOR em toda sua grandeza impere nesse nosso planeta...














 Imagem Google
http://www.portoferreirahoje.com.br/noticia/2012/03/26/lua-venus-e-jupiter-podem-ser-vistos-juntos-no-ceu-desta-segunda-feira/

17 de dez de 2012

Noches flamencas


Fin del espectáculo. 
Cinco noches de placer y encanto.  
Danza, movimiento del cuerpo, emoción. 
La amistad, la complicidad, la pasión. 
Gracias al Pátio Español  y sus maestras. 
Gracias a las bailaoras que com pasión y valor, hicieran conmigo  un brillante espectáculo. Gracias al Flamenco y todo su poder de cura e encantamientos. 
Gracias a mi madre, luz de mis ojos, esté donde esté...

"Yo canto y río
Canto y lloro
Y grito
con tus aguas
con tus aguas
con tus aguas
De piedra, los que no gritan
De piedra, los que no lloran
Yo quiero ser de piedra no
No no no
Yo cantaré
Gritare cuando haga falta
Yo canto y río, con tus aguas
Yo canto y río, con tus aguas
De piedra, los que no ríen
De piedra, los que no cantan
De piedra, los que no gritan
Los que no gritan
Los que no gritan
Los que no gritan
De piedra, los que no ríen
De piedra, los que no cantan
Con tu aguas
Con tus águas
Con tus águas
Yo canto y río
Canto y lloro
y grito
yo canto
yo canto
yo...

http://www.youtube.com/watch?v=18drVImCGSA
http://www.patioespanhol.com.br/

20 de nov de 2012

Fato



"Ó gente!
Ouvi e meditai!
É certo que quem vive, morre
E quem morre, finda
E o que tiver que ser, será.
(Contemplai...) A noite escura
O dia sereno
O céu, com suas constelações!
E estrelas, que brilham
E mares, que se agitam
Montanhas assentadas
A terra, que se estende
Rios que correm
Não vedes que no céu há notícias
E na terra, sinais?
Por que será que os que se foram não voltam?
Será que estão satisfeitos e, por isso, lá ficaram?
Ou então, porque ninguém cuidou de despertá-los, permanecem adormecidos?
Ó tribo Iyad: onde estão nossos pais, onde os avós?
Onde o poder dos faraós?
Acaso sois mais ricos do que eles?
(E, no entanto) Foram esmagados pelo peso dos anos
Rasgados ao meio pelo fluir do tempo
Neste ir-se das antigas gerações, há para nós luz interior
Quando vi ondas de morte chegando, sem que saibamos de onde procedem
E vi meu povo ser por elas tragado, tanto os pequenos como os grandes!
E vi que não volta o passado, nem retorna quem se foi
Então me convenci de que também eu irei para onde meu povo está..."

Qus Ibn-Sa`ida (poeta do século VI)
do livro: "A Caligrafia Árabe"



Imagem: Imagens Google

9 de nov de 2012

Íntimo






"Desejo que hoje experimentes a paz dentro de ti, 
que confies que estás exatamente onde deves estar,
que não te esqueças das infinitas possibilidades 
que nascem da confiança em ti mesma e nos outros, 
que utilizes os dons que recebeste
e que transmitas aos outros o amor que recebeste. 
Espero que estejas feliz contigo mesma por quem tu és."
 
















Imagem: Foto de Krzysztof Browko (via Imagens Google)

31 de out de 2012

Ah.... Drummond.... ♥ ♥ ♥ 110 anos...



Verbo Ser

Que vai ser quando crescer?
Vivem perguntando em redor. Que é ser?
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser? Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R.
Que vou ser quando crescer?
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo.
Sem ser Esquecer.

( Carlos Drummond de Andrade ) 
Imagem: Imagens Google
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Drummond_de_Andrade

25 de out de 2012

Aninha e suas pedras (por Cora Coralina)





Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.


Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.

E viverás no coração dos jovens


e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.

Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.

Cora Coralina
Foto: Aninha e suas pedras

Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.

Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.

E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.

Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.

Cora Coralina 
Imagem: Imagens Google
http://pensador.uol.com.br/poemas_de_cora_coralina
http://www.jornaldepoesia.jor.br/cora.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_coralina

4 de out de 2012

Transparente

Esquecido na Multidão
Guilherme Sholz - 2012


"... O excesso de gente impede de se ver as pessoas."

Mário Quintana 
















Imagem (autor): Guilherme Scholz Portela 

16 de set de 2012



 “Y entonces, 
un día,
llegó una criatura cuyo material genético no era muy diferente 
de las estructuras moleculares reproductoras de cualquier otra clase de organismos del planeta, 
que dicha criatura llamó Tierra. 
Pero era capaz de reflexionar sobre el misterio de su origen, 
de estudiar el extraño y tortuoso sendero por el cual había surgido desde la materia estelar. 
Era el material del Cosmos contemplándose a sí mismo. 
Consideró la enigmática y problemática cuestión de su futuro. 
Se llamó a si mismo humano. 
Y ansió regresar a las estrellas…”

Carl Sagan



Imagem: Imagens Google

5 de set de 2012



 
 
 
 
"Chegando em casa não comecei a ler. 
Fingia que não o tinha, 
só para depois ter o susto de o ter. 
Não era mais uma menina com um livro: 
era uma mulher com seu amante." 

(Clarice Lispector)




 Imagem: Rébecca Dautreme






"Dessa vida levamos apenas duas coisas:

 nossos atos
as amizades conquistadas..."








Imagem Google

27 de ago de 2012

Na estrada© (por Moema N. Queiroz)







Na estrada, sou eu e meu silêncio
É nela que canto e rio.
Eu canto e choro.
  E grito.
Onde ordeno meus pensamentos
E me refugio.
E me encontro
no meu eixo,
no meu equilíbrio.








(Imagem e texto: Moema Nascimento Queiroz)

9 de ago de 2012






Há tempos

em que os fios se tornam tão emaranhados,

que o caminho é apenas observar

 ...

Com o coração colorido.











Imagem: Jessica Grundy



 
"Desejo que hoje
 você 
experimente paz dentro de si,
 que confie que você se encontra exatamente onde deve estar, 
que não se esqueça das possibilidades infinitas que nascem da confiança em si mesma 
e nos outros, 
que utilize os dons que recebeu, 
e que transmita,
 aos outros, 
o amor que lhe foi dado. 

Desejo que você 
esteja feliz consigo mesma 
pelo que você é. 
Deixe esta sabedoria assentar-se em seus ossos
 e deixe que sua alma 
cante,
 baile
 e ame 
livremente. 
Está aí para cada uma de nós."







29 de jul de 2012




“Para amar,

a gente deve estar disposto a aceitar duas solidões:

 a sua própria

 e a do outro."


André Comte-Sponville






Imagem: http://profluizmeira.hd1.com.br/astronauticatelescopio.html


6 de jun de 2012

 
 

"E... 
se a tempestade não passar, 
dance na chuva".
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O futuro de nossa desilusão (por Arnaldo Jabor)


O Brasil evolui pelo que perde e não pelo que ganha. Sempre houve no País uma desmontagem contínua de ilusões históricas. Este é nosso torto processo: com as ilusões perdidas, com a história em marcha à ré, estranhamente, andamos para a frente. O Brasil se descobre por subtração, não por soma. Chegaremos a uma vida social mais civilizada quando as ilusões chegarem ao ponto zero.
Por isso, acho muito boas as decepções recentes. Elas nos fazem avançar mesmo de lado, como siris-do-mangue. Por decepções, fomos aprendendo, ou melhor, desaprendendo.
Nos anos 60, "desaprendemos" a fé numa revolução mágica do 'povo', com a súbita irrupção dos militares. Nos anos 70, descremos do voluntarismo místico da contracultura e da guerrilha suicida.
Nos 80, com as dificuldades da restauração democrática, aprendemos com o tumor na barriga do Tancredo, com o homem da ditadura Sarney assumindo o Poder (sempre esse homem fatal...) e descobrimos que a democracia era "de boca" e ainda não estava entranhada em nossas instituições.
Nos anos 90, tivemos a preciosíssima desilusão com o Collor, aprendemos muito com seu fracasso. O impeachment foi um ponto luminoso em nossa formação e nos trouxe a fome pela organização de uma república democrática. FHC foi um parêntesis em nossa tradição presidencial, mas ele e nós nos desiludimos porque achávamos que a racionalidade seria bem recebida. Não foi. FHC só foi eleito pelo Plano Real; depois, a população não entendeu mais nada nem ele explicou. As importantes realizações de seu governo foram incompreensíveis para as massas: uma responsabilização maior da opinião pública, o fim do "finalismo", a recusa ao salvacionismo, a responsabilidade fiscal, as privatizações, as tentativas de reforma institucional e a sensatez macroeconômica.
De 2002 em diante, a importância da administração e das reformas internas ("neoliberais", claro) foi substituída pela truculência dos pelegos chegados ao poder. A verdade é que os petistas nunca acreditaram na "democracia burguesa"; como disse um intelectual da USP - "democracia é papo para enrolar o povo". Não entenderam com suas doenças infantis que a democracia não é um meio, mas um fim em si mesmo; ou melhor, até entendem, mas não a querem. Nada disso; tudo que construíram, com sua invejável fé militante, foi um novo patrimonialismo de Estado, com a desculpa de que "em vez de burgueses mamando na viúva, nós, do povo, nela mamaremos". E tudo isso em nome do raciocínio deslumbrado de Lula, lutando por si mesmo: "Eu sou do povo; logo, luto pelo povo". E assim, com teses de 100 anos atrás e com o narcisismo do Lula, voltou o formato do Brasil que o Plano Real e FHC tentaram interromper. Com suas alianças com a direita feudal, Lula revigorou o pior problema do País: o patrimonialismo endêmico.
Ou seja, nem a social-democracia de colarinho-branco nem a de macacão rolaram, porque o Brasil profundo resiste às ideias claras, à racionalidade, a qualquer vontade política generosa. Em nossa história, tudo vai devagar e só algumas migalhas frutificam. Nos últimos anos, tudo que aconteceu é muito mais o produto de influência econômica externa e da espantosa resistência colonial do Atraso, do que de nossos desejos. Somos filhos bastardos de um progresso que não planejamos.
A única revolução que se faria no Brasil seria o enxugamento de um Estado que come a nação, com gastos crescentes, inchado de privilégios e clientelismo, um Estado que não tem como investir e que leva a presidente a medidas paliativas. A única revolução seria administrativa, apontada na educação em massa, nas reformas institucionais, mas altos e baixos cleros não permitem, mesmo agora que a bolha do Brasil Bric ameaça explodir.
Estamos diante de um momento histórico gravíssimo, com os dois tumores gêmeos de nossa doença: a direita do atraso e a esquerda do atraso. Como escreveu Bobbio, se há uma coisa que une esquerda e direita é o ódio à democracia.
Esta crise é tão sintomática, tão exemplar para a mudança do País, que não pode ser desperdiçada pelos pensadores livres. É uma tomografia que mostra as glândulas, as secreções do corpo brasileiro - um diagnóstico completo. Este espasmo de verdade, esta brutal explosão de nossas vísceras talvez seja perdida, porque as manobras do atraso de direita e do atraso de esquerda trabalham unidos para que a mentira vença.
Agora estamos diante da cachoeira de descobertas sobre a conjunção carnal entre a coisa pública e privada. E vemos que só os verdadeiros corruptos conhecem profundamente a verdade nacional. Tudo que surgiu sobre nossa vida política nos foi revelado por dois malandros: o mensalão foi um presente de Roberto Jefferson à nossa opinião pública e a CPI veio pelos malfeitos de Cachoeira e Demóstenes. E tentando desmantelar as verdades descobertas está o ex-presidente, no exercício de seu cinismo egoísta e ambicioso, pensando apenas em sua imagem no futuro.
Além disso, vivemos em suspense diante de nossa fragilidade jurídica: um ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, segura o processo do mensalão sem prazo de entrega. Por teimosia ou caturrice ou sabemos lá por quê, ele se arrisca a ser o responsável pela desmoralização do STF.
Mas, assim mesmo, com o engarrafamento dos escândalos, tem havido um avanço em nossa consciência crítica. Estamos bem menos "alienados". E, por mais que se destruam as instituições, as conquistas da democracia não vão sumir, por conta da maior complexidade da economia e da política, que a abertura permitiu. Estamos mais desiludidos, porém mais sábios.
Que falta desaprender agora, para chegarmos ao futuro de uma desilusão?

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-futuro-de-nossa-desilusao-,882434,0.htm
http://noticias.uol.com.br/ciencia/album/2012/05/09/estudantes-fazem-manifestacao-pedindo-veto-ao-codigo-florestal.htm

23 de mai de 2012










 Para tudo há de se ter uma certa 
delicadeza...






Imagem: Imagens Google

6 de mai de 2012



   
"Lua, lua, lua, lua
Por um momento meu canto contigo compactua
E mesmo o vento canta-se
Compacto no tempo
Estanca
Branca, branca, branca, branca
A minha, nossa voz atua sendo silêncio
Meu canto não tem nada a ver com a lua"

Caetano Veloso




Imagem: Super Lua na Favela da Maré - Rio de Janeiro - Brasil (na madrugada do dia 06/05/2012)
http://br.noticias.yahoo.com/fotos/superlua-slideshow/

17 de mar de 2012

Leveza




"No fim tu hás de ver 
que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento..."




Imagem: Yellow Star (por Moema N. Queiroz)

2 de mar de 2012

Coragem




"Coragem, às vezes, é desapego.
É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta.
É permitir que voe sem que nos leve junto.
É aceitar que a esperança há muito se desprendeu do sonho.
É aceitar doer inteiro até florir de novo.
É abençoar o amor, aquele lá, que a gente não alcança mais."







Imagem: Imagens Google
texto: Ana Jácomo 
http://anajacomo.blogspot.com/

1 de mar de 2012

Abraço

"Abraço deveria ser receitado por médico.
Há um poder de cura no abraço que ainda desconhecemos.
Abraço cura ódio. Abraço cura ressentimento. Cura cansaço. Cura tristeza.
Quando abraçamos soltamos amarras. Perdemos por instantes as coisas que nos têm feito perder a calma, a paz, a alma...
Quando abraçamos baixamos defesas e permitimos que o outro se aproxime do nosso coração. Os braços se abrem e os corações se aconchegam de uma forma única.
E nada como o abraço...
Abr
aço de Eu amo você. Abraço de Que bom que você está aqui. Abraço de Ajude-me.
Abraço de urso. Abraço de Até breve. Abraço de Que saudade!
Quando abraçamos, a felicidade nos visita por alguns segundos e não temos vontade de soltar.
Quando abraçamos somos mais do que dois, somos família, somos planos, somos sonhos possíveis.
E abraço deveria, sim, ser receitado por médico pois rejuvenesce a alma e o corpo.
Estudos já mostram, com clareza, os benefícios das expressões de carinho para o sistema imunológico, para o tratamento da depressão e outros problemas de saúde.
O abraço deixou de ser apenas uma mera expressão de cordialidade ou convenção para se tornar veículo de paz e símbolo de uma nova era de aproximação.
Se a alta tecnologia - mal aproveitada - nos afastou, é o abraço que irá nos unir novamente.
Precisamos nos abraçar mais. Abraços de família, abraços coletivos, abraços engraçados, abraços grátis.
Caem as carrancas, ficam os sorrisos. Somem os desânimos, fica a vontade de viver.
O abraço apertado nos tira do chão por instantes. Saímos do chão das preocupações, do chão da descrença, do chão do pessimismo.
É possível amar de novo, semear de novo. É possível renascer.
E os abraços nos fazem nascer de novo. Fechamos os olhos e quando voltamos a abri-los podemos ser outros, vivendo outra vida, escolhendo outros caminhos.
Nada melhor do que um abraço para começar o dia. Nada melhor do que um abraço de Boa noite.
E, sim, abraço deveria ser receitado por médico, várias vezes ao dia, em doses homeopáticas.
Mas, se não resistirmos a tal orientação, nada nos impede de algumas doses únicas entre essas primeiras, em situações emergenciais.
Um abraço demorado, regado pelas chuvas dos olhos, de desabafo, de tristeza ou de alívio.
Um abraço sem hora de terminar, sem medo, sem constrangimento.
Medicamento valioso, de efeitos colaterais admiráveis para a alma em crescimento.
Mas... se os braços que desejamos abraçar estiverem distantes? Ou não mais presentes aqui? O que fazer?
Aprendamos a abraçar com o pensamento.
O pensamento e a vontade criam outros braços e nossos amores se sentem abraçados por nós da mesma forma.
São forças que ainda conhecemos pouco e que nos surpreenderão quando as tivermos entendido melhor.
Abraços invisíveis a olho nu, mas muito presentes e consoladores para os sentidos do Espírito imortal, que somos todos nós."



(texto: Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3344&stat=0

Imagem: Gustav Klimt/1862-1918. Mother and Child

Imagem: Lindsay Campbell Breath )

24 de fev de 2012

Lacônico





"Veja o mundo num grão de areia,
veja o céu em um campo florido,
guarde o infinito na palma da sua mão,
e a eternidade em uma hora da vida."

(William Blake)  





Imagem: Imagens Google